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Robertson Frizero é jurado do Prêmio Jabuti

Entrevista

14 de dezembro de 2017

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Em novembro de 2017, a Câmara Brasileira do Livro (CBL) divulgou os vencedores daquele que é considerado o prêmio mais importante do mercado editorial brasileiro – o Prêmio Jabuti. Na 59ª edição do prêmio, os grandes vencedores foram o romance “Machado”, de Silviano Santiago, escolhido o livro do ano de ficção, e “Alfabetização: a questão dos métodos”, da pedagoga Magda Soares, eleito o livro do ano de Não-ficção.

O prêmio, organizado e promovido pela CBL, escolhe anualmente para seu corpo de jurados pessoas de notório saber e reconhecido trabalho no campo das Letras. Para o ano de 2017, um desses jurados foi o escritor Robertson Frizero, indicado para a categoria “Adaptação”, na qual foi premiado como vencedor o “Romeu e Julieta” adaptado por Walcyr Carrasco a partir do texto de William Shakespeare tanto para texto em prosa quanto para teatro.

Entrevista

“Longe das Aldeias” é tema de artigo acadêmico

Entrevista

5 de setembro de 2017

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“Longe das Aldeias” e “Ruína y Leveza”

 

A escritora e pesquisadora Júlia Dantas, autora do elogiado “Ruína y Leveza”, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura, escreveu uma longa análise sobre o processo de criação do romance “Longe das Aldeias”. O artigo é o primeiro estudo acadêmico sobre o livro de Robertson Frizero e foi publicado na revista de crítica cultural “Pontos de Interrogação”, da Universidade do Estado da Bahia.

Nas palavras da autora, o ensaio “tenta se aproximar da obra Longe das aldeias a passos lentos: buscando profundidade, mas respeitando a amplidão de toda obra de arte”. Dentre os temas abordados, estão “a origem do
processo criativo, as técnicas narrativas adotadas e os desafios da criação de personagens”, em um “mergulho na subjetividade de um escritor”, mas vislumbrando “traços comuns a toda criação artística, além de um testemunho das curvas e obstáculos no trajeto de escrita do livro”.

O artigo está disponível em .PDF em sua íntegra.

 

Entrevista

Dois anos de “Longe das Aldeias”

Entrevista

3 de maio de 2017

“Uma das formas de atenuar as nossas

Em 30 de abril de 2015, era lançado o romance “Longe das Aldeias”, estreia de Robertson Frizero no gênero. Desde aquele modesto lançamento, o livro que o autor sempre considerou um despretensioso olhar sobre a guerra e suas consequências ganhou fôlego a cada novo leitor e fez uma bela carreira até o momento. Das críticas elogiosas na imprensa local às sessões de autógrafos em Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, o livro surpreendeu ao ser indicado para o Prêmio Açorianos de Literatura e, sobretudo, para o Prêmio São Paulo de Literatura, no qual concorreu na categoria de Livro de Estreia para autor de mais de quarenta anos de idade. O romance foi ainda agraciado com o Prêmio de Livro do Ano da Associação Gaúcha de Escritores (AGES), uma premiação que é escolhida pelos próprios escritores.

Dois anos depois de seu lançamento, o livro ainda é recordado com carinho pelos leitores, que buscam um contato direto com o autor para discutir seus pontos de interesse na obra. Marija, Emanuel, Mirna e Josif tornaram-se nomes conhecidos de alguns clubes de leitura porto-alegrenses, e angariaram pelo caminho alguns fãs ardorosos.

Vida longa ao livro!

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OFICINA LITERÁRIA PARA INICIANTES GANHA MODALIDADE À DISTÂNCIA

Entrevista

3 de janeiro de 2017

Primeira página do site Breviário

Uma oficina literária voltada para quem quer se iniciar na Criação Literária ou se tornar um leitor mais qualificado. Com esse propósito, o escritor Robertson Frizero estabeleceu, em 2011, sua Oficina de Iniciação à Criação Literária em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. A grande procura pela atividade motivou seu ministrante a abrir, em 2017, a possibilidade de alunos de todo o país cursarem a oficina na modalidade à distância. Com conteúdo teórico e muitas atividades práticas, a oficina terá a duração de vinte semanas e preço acessível.

Frizero é escritor, tradutor, dramaturgo e professor de Letras. É Mestre em Teoria da Literatura pela PUCRS. Seu livro de estreia, “Por que o Elvis Não Latiu” (2010), foi finalista do Prêmio Açorianos e agraciado com o Prêmio Crescer como um dos trinta melhores títulos infantis do ano. Seu romance de estreia, “Longe das Aldeias” (2015), foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura e do Prêmio Açorianos, bem como eleito o Livro do Ano pela Associação Gaúcha de Escritores (AGES).

Maiores informações e inscrições no site da atividade: http://breviariocursos.wordpress.com

Entrevista

Um blog de poesia

Entrevista

18 de fevereiro de 2016

POESIA EM TEMPO DE PROSA(1)

Robertson Frizero lançou, em 16 de fevereiro de 2016, um novo blog: POESIA EM TEMPO DE PROSA. O blog reunirá textos poéticos escritos pelo autor, tanto os publicados em seu livro À MINHA MEMÓRIA [Porto Alegre: Breviário, 2014] e periódicos, quanto textos inéditos e traduções de poemas de autores estrangeiros.

O conteúdo pode ser acessado aqui. A intenção do autor é descontinuar seu antigo blog LOCUTÓRIO, no qual reunia textos de sua autoria pertencentes a outros gêneros literários.

Entrevista

E “Longe das Aldeias” viaja o Brasil

Entrevista

9 de junho de 2015

Livraria Cultura - Salvador/BA

Livraria Cultura – Salvador/BA

Depois de seu lançamento em Porto Alegre, sede da editora Dublinense e de seu Terceiro Selo, o romance de estreia de Robertson Frizero, “Longe das Aldeias”, está a correr o Brasil para encontrar seus leitores. No dia 26 de maio, uma sessão de autógrafos realizada na Livraria Cultura do Salvador Shopping marcou a passagem de Frizero por Salvador, Bahia. No próximo dia 30 de junho, será a vez de São Paulo, com sessão de autógrafos na Blooks Livraria (Rua Frei Caneca, 596 – terceiro piso), e no dia 01 de julho, Rio de Janeiro, cidade natal de Frizero, na Blooks Livraria em Botafogo (Praia de Botafogo, 316).

Em São Paulo, Frizero terá a honra de dividir o evento com o escritor gaúcho Henrique Schneider, que estará autografando seu mais recente romance, “Respeitável Público”.

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Leitores especiais

Entrevista

18 de maio de 2015

Adoro receber o retorno dos meus leitores – creio que isso é o que mais move um escritor. E muitas vezes surpreendo-me com as respostas que recebo – como estas histórias contadas pelas mães de dois pequenos leitores. No primeiro relato, ela, a mãe, leu para a filha e o filho menor o “Por que o Elvis não latiu?” e alguns dias depois a história foi recordada diante de um acontecimento inesperado; na segunda, uma mãe inspirou-se no livro para contar ao próprio filho um segredo de família.

(mais…)

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