Longe das Aldeias

Porto Alegre: Terceiro Selo/Dublinense, 2015

Capa de Livro: Longe das Aldeias

No romance Longe das Aldeias, de Robertson Frizero, um jovem de dezessete anos, diante da doença da mãe, decide desfazer um passado de mentira e de ilusão a respeito da identidade do pai. As memórias, trazidas pela tia, percorrem os horrores da guerra, a fuga da aldeia e do país, a reconstrução da família em solo brasileiro. Frizero concentra a carga dramática da história no que ela tem de mais importante, que é a complexidade do ser humano, capaz de matar para criar, de mentir para salvar e de perdoar para seguir em frente.

 

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Críticas Literárias:Gustavo Melo Czekster - Escritor escreveu:

“Um livro que, na melhor tradição de Eça de Queirós e de Balzac, mostra a memória tanto como bálsamo quanto como veneno, revela o amor como um jogo de neblina e de espelhos e trata a vida como uma longa história repleta de reticências e de pontas soltas.”

Luiz Gonzaga Lopes - Jornalista cultural escreveu:

“Romances ou novelas são desventuras com pronomes pessoais, por vezes oblíquos, em tempos verbais passados a limpo, que requerem mergulho nas profundezas da alma humana. E o rasante de Frizero chega lá. É voo certeiro. Peixe na boca do pássaro."

Eduardo Krause - Escritor escreveu:

“Um livro delicadamente brutal.”


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