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“Longe das Aldeias” é tema de artigo acadêmico

Entrevista

5 de setembro de 2017

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“Longe das Aldeias” e “Ruína y Leveza”

 

A escritora e pesquisadora Júlia Dantas, autora do elogiado “Ruína y Leveza”, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura, escreveu uma longa análise sobre o processo de criação do romance “Longe das Aldeias”. O artigo é o primeiro estudo acadêmico sobre o livro de Robertson Frizero e foi publicado na revista de crítica cultural “Pontos de Interrogação”, da Universidade do Estado da Bahia.

Nas palavras da autora, o ensaio “tenta se aproximar da obra Longe das aldeias a passos lentos: buscando profundidade, mas respeitando a amplidão de toda obra de arte”. Dentre os temas abordados, estão “a origem do
processo criativo, as técnicas narrativas adotadas e os desafios da criação de personagens”, em um “mergulho na subjetividade de um escritor”, mas vislumbrando “traços comuns a toda criação artística, além de um testemunho das curvas e obstáculos no trajeto de escrita do livro”.

O artigo está disponível em .PDF em sua íntegra.

 

Entrevista

“Sabe aquele livro que você vê e não sabe o que esperar? ‘Longe das Aldeias’, foi esse livro para mim.”

Entrevista

2 de setembro de 2016

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Assim começa a resenha publicada no blog The House of Stories sobre Longe das Aldeias. O texto recomenda o livro como um “romance que não tem nada de clichê”, com linguagem “um tanto peculiar”, de capítulos curtos e de uma linguagem “de clareza impressionante”. Um livro “diferente de qualquer outro que já tenha lido”, aponta a autora da resenha. A íntegra do texto pode ser lida aqui.

Entrevista

Feliz Ano Frizero!, por Luiz Gonzaga Lopes

Entrevista

18 de fevereiro de 2016

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Por Luiz Gonzaga Lopes

“O livro de Robertson Frizero me impressionou pela capacidade de ser sucinto (96 páginas), mas dentro dele reconstruir uma história densa, memorialística de um jovem de 17 anos que busca pelas pistas do pai ignorado com a tia, diante da mãe com Alzheimer ou um bloqueio traumático dos horrores da guerra nos Balcãs. Fiz uma resenha sobre o livro para o blog Livros A+ do Correio do Povo (http://www.correiodopovo.com.br/blogs/livrosamais/?p=743), sob o título “O pai que nos protege”. Lá traço um paralelo da escolha do nome do personagem, “Emanuel, que significa Deus conosco, mas que podia ser Teófilo, amigo de Deus. O deus da busca pela verdade da guerra, do genocídio, da submissão de um povo por outro e os ecos desta barbárie nos que ficaram, nos que sobreviveram a tudo”. Há uma delicadeza, uma imersão nos recônditos da alma humana, em descrever a vida de Emanuel, as suas aflições, a tentativa de seguir o namoro com Madalena, mas a dor do passado, que se materializa no trauma da mãe, a busca pelo pai Josif e a derrubada dos castelos no ar em questões intermináveis à tia Mirna, nos levam a uma espiral prazer-dor, quase Reichiana, da busca por esta verdade, junto com Emanuel. Assim, mergulhamos nos horrores e atrocidades de uma guerra e na tentativa de redenção de um jovem pela simples, mas dolorida busca pela verdade. Na orelha do livro, o grande parceiro literário Gustavo Melo Czekster, de “O Homem Despedaçado” (Dublinense, 2011), me auxilia a decifrar o livro, dizendo que o autor ‘na melhor tradição de Eça de Queirós e Balzac, mostra a memória tanto como bálsamo quanto como veneno, revela o amor como um jogo de neblina e de espelhos e trata a vida como uma longa história repleta de reticências e de pontas soltas.'”

Entrevista

O pai que nos protege, por Luiz Gonzaga Lopes

Entrevista

30 de abril de 2015

“Da mesma forma, aprendi pela experiência que há muitos modos de ler um romance. Às vezes, lemos logicamente; às vezes, com os olhos; às vezes, com a imaginação; às vezes, com uma pequena parte do cérebro; às vezes, como queremos; às vezes, como o livro quer; e, às vezes, com todas as fibras do nosso ser”

ORHAN PAMUK, O Romancista Ingênuo e o Sentimental

 

Por Luiz Gonzaga Lopes

Como se constrói uma memória sobre quem nunca existiu fisicamente? Quem é o pai que nos protege? Como três mulheres podem ajudar um jovem a reconstruir a sua identidade geracional masculina? Quais traumas de guerra podem atravessar e estilhaçar futuras gerações? Não há perguntas suficientes que possam indagar a um escritor qualquer sobre uma obra que reconstrói a identidade de um jovem pela busca ao pai, não conhecido e talvez nem tão existente, por meio das três mulheres de sua vida, a mãe, a tia e a namorada. Emanuel, Deus conosco, mas podia ser Teófilo, amigo de Deus. O deus da busca pela verdade da guerra, do genocídio, da submissão de um povo por outro e os ecos desta barbárie nos que ficaram, nos que sobreviveram a tudo. “Longe das Aldeias” (Terceiro Selo, www.terceiroselo.com.br) é a estreia do excelente tradutor (vide Autobiografia de um Ex-Negro, de James Weldon Johnson, 8Inverso), dramaturgo, professor de oficinas literárias e bela pessoa, diga-se de passagem, Robertson Frizero, na narrativa longa(…).

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Entrevista

Autobiografia de um Ex-Negro, por Marcelo Spalding

Entrevista

1 de novembro de 2011

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Por Marcelo Spalding

O baú de histórias da literatura universal é amplo, imenso, infinito, e não temos noção do quanto há por conhecer, desvendar. Especialmente para nós, brasileiros leitores do português, língua de muita tradição e pouco poder, para a qual muitos desses tesouros literários sequer foram traduzidos. Um deles, Autobiografia de um ex-negro, romance do norte-americano James Weldon Johnson publicado na terra de Obama em 1912, só agora, quase um século depois, chega ao público brasileiro, numa impecável edição da gaúcha 8Inverso, com tradução de Robertson Frizero.

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Entrevista

Sobre “Por que o Elvis não latiu?”

Entrevista

18 de maio de 2011

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“No livro, há uma curiosa interação entre as palavras de aflição dos pais, tentando explicar ao filho a partida do cãozinho Elvis e a presença de cores alegres, imprimindo um tom de vida e esperança aos personagens e aos destinos da história. […] A literatura infantil produziu os contos de fadas, nos quais a morte é tratada como um fenômeno reversível, cuja magia do desaparecimento simbólico é desfeita pelo beijo de um príncipe que restitui vida ao objeto amado. Diferentemente da morte simbólica dos contos de fadas, o livro trata da experiência da morte real. Uma ligação de amor e companheirismo entre um menino e seu cachorro e que, em algum momento, por velhice e doença, conduz à morte do bichinho.” 

Regina Orgler Sordi – Zero Hora (RS)

“Por que o Elvis não latiu? trata de uma das dores mais angustiantes de uma criança: a morte de seu bichinho de estimação. O autor Robertson Frizero decide encarar e apresentar o tema a pais e crianças, sem fugir da responsabilidade de enfrentar um fato real da vida. Com texto poético e simples, as palavras caminham com cuidado para não assustar as crianças.”

Folha de São Paulo

Entrevista

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